Conta Escrow, o segredo das negociações seguras

16 de julho de 2021 em BaaS, Tecnologia

A Conta Escrow costuma ser utilizada em transações de risco, visando minimizar possíveis prejuízos para comprador e vendedor. Por causa das taxas cobradas pelos bancos para a custódia do dinheiro, o uso desse tipo de serviço costumava ser mais comum em negociações que envolvem grandes quantias. Entretanto, com a popularização das compras pela internet, a dinâmica da Conta Escrow se mostrou uma perfeita solução para as compras do dia a dia.

Na Atar B2B, você encontra tudo o que precisa para construir este incrível produto. Você tem a sua disposição toda a tecnologia necessária para desenvolver a sua Conta Escrow. Abaixo, vamos explorar como esta conta funciona e como você pode incluí-la em sua plataforma.

O que é Conta Escrow

Frequentemente, costuma-se referir-se a Conta Escrow como Escrow Account, Conta Caução, Conta Garantia, Conta de Garantia ou Conta Controlada. O termo escrow é uma derivação inglesa da palavra “escroue”, original do francês antigo e que significa pedaço de papel ou rolo de pergaminho. Isso indicava a escritura que um terceiro detinha até que a transação fosse concluída, sendo esta a essência da Conta Escrow.

Em resumo, escrow é um arranjo comercial intermediado por um mediador que garante que a transação só será efetivada mediante o completo comprimento do combinado entre as partes envolvidas.

Em outras palavras, escrow é uma garantia prevista em um contrato ou acordo comercial que é mantida sob a responsabilidade de um terceiro (agente escrow) até que as cláusulas deste acordo sejam cumpridas por ambas as partes envolvidas no negócio.

Normalmente, essa garantia envolve um depósito em dinheiro em uma conta criada especificamente para isso – uma Conta Escrow. O destino deste dinheiro, então, obedece às cláusulas do contrato. Se o vendedor (recebedor) atender aos seus encargos, o dinheiro lhe é entregue.

Como a Conta Escrow funciona na prática

O terceiro que geralmente faz a custódia dos recursos é uma instituição bancária ou plataforma mediadora. Ela se responsabilizará pela guarda, administração e destinação dos ativos depositados, obedecendo estritamente às formas pré-estabelecidas no contrato escrow.

Este agente mediador (agente escrow) é quem proporciona maior garantia para a negociação. Todas as partes passam a ter a garantia de que o valor será liberado nos termos do contrato e quando cumpridas as condições e etapas do negócio.

Vendedor, agente escrow e comprador, respectivamente.

Vamos tomar como exemplo uma situação de compra e venda. O vendedor, o comprador e o agente escrow assinam o contrato escrow. Em seguida, o comprador depositará o valor relativo à compra do objeto, deixando este recurso sob a guarda do agente escrow. No passo seguinte, o vendedor executa os serviços necessários para o fornecimento do produto. Após a análise e aprovação do produto, o comprador comunica o agente escrow de que o produto foi entregue nos termos contratados. Neste momento, o agente escrow efetua a liberação dos valores para o vendedor e a negociação é concluída com êxito para ambas as partes. 

Podemos verificar este modelo sendo praticado pela OLX, por exemplo, que utiliza sua conta digital OXL Pay para dar suporte a esta operação. Além da OLX, diversos outros marketplaces se utilizam desta solução para garantir negociações seguras.

Exemplo de Conta Escrow aplicada a compra e venda de produto.
Exemplo de Conta Escrow aplicada a compra e venda de produto.
A negociação é concluída quando todas as partes cumprem com o combinado.

Sabe-se que o risco envolvido no negócio é bastante alto quando se tratam de fusões e aquisições de empresas, por exemplo. Nestes casos, a Conta Escrow colabora proporcionando maior segurança jurídica às partes, minimizando, por exemplo, os riscos de que o comprador venha a responder por passivos provenientes de fatos anteriores ao fechamento do negócio. A Conta Escrow vem, então, para garantir o cumprimento das obrigações acordadas na negociação comercial.

Além disso, o depósito escrow garantirá também que o comprador poderá ser ressarcido dos eventuais prejuízos decorrentes da inexatidão das informações fornecidas pelo vendedor, apuradas mediante auditoria na empresa objeto de compra.

Como desenvolver a Conta Escrow

Você encontra aqui, na Atar B2B, toda infraestrutura tecnológica necessária para desenvolver o produto Conta Escrow e inseri-lo em sua plataforma.

Você tem toda liberdade para criar as suas regras de negócio e a sua proposta de valor, podendo utilizar-se das nossas soluções Banking as a Service para construir seu projeto e torná-lo realidade.

Com as nossas APIs, você poderá criar contas gráficas (wallets), respeitando as regras regulatórias do mercado financeiro. Além disso, será possível administrar as movimentações para que elas respeitem as regras de negócio da sua plataforma. Sistemas de pagamento como Pix ou transações P2P (peer to peer) podem ser utilizados, assim como boletos para depósito.

Com as APIs financeiras (ou APIs Banking as a Service), você pode arquitetar a solução que você desejar, do jeito que você desejar. As APIs são plug and play e permitem que você altere e aprimore seu arranjo sempre que necessário.

Tecnologia para Conta Escrow

A Atar B2B oferece a melhor plataforma Banking as a Service disponível. Estamos há 7 anos no mercado financeiro, atendemos toda a regulação do Banco Central e já ganhamos mais de 10 prêmios de reconhecimento.

Solicite contato no botão abaixo e permita-nos saber como podemos lhe ajudar! Conte com assessoria comercial e técnica inteiramente à sua disposição.

Como criar um banco digital passo a passo

15 de junho de 2021 em BaaS, Banco Digital, Fintech

Em 2020, tivemos 4 bancos dentre as 5 companhias com capital aberto que mais lucraram no Brasil. Esta mesma estatística já havia acontecido em 2019. A verdade é que os bancos estão há anos na lista das maiores empresas deste país. Qual empreendedor nunca pegou a si mesmo contemplando a magnitude da operação bancária?

Mas afinal, como criar um banco do zero? Como abrir uma fintech? O que é preciso para criar um banco digital? Quanto custa abrir uma startup financeira? Existe um passo a passo para criar uma fintech ou um banco digital? Existe banco white label? Posso criar um banco com a minha própria marca? Afinal, qual é o sistema de um banco?

A resposta é surpreendentemente simples: BaaS – Banking as a Service. Parece absurdo? Não se preocupe. A explanação abaixo vai esclarecer esta ousada afirmação. Vamos lá?

Eu posso criar um banco?

Sugerir a abertura de um banco como empreendimento é uma suposição tão ambiciosa que parece permear entre a inocência e a insolência. Não é mesmo? Entretanto, esta é uma possibilidade completamente realista e tangível.

Mudanças regulatórias no mercado financeiro brasileiro passaram a permitir com que serviços financeiros fossem oferecidos por instituições de diversos setores, não mais exclusivamente bancárias. A esta cultura de mercado, damos o nome de Open Finance

Este movimento não é novo. A partir de pouco menos de uma década atrás, nasceram diversas iniciativas no mercado financeiro explorando todas as oportunidades desta nova regulamentação implantada pelo Banco Central do Brasil. Nasceram diversas carteiras digitais (wallets), promoções envolvendo cashback, dentre outros cases.

O que é preciso para criar um banco digital?

É seguro dizer que, de uma forma geral, pode-se utilizar ferramentas convencionais como um plano de negócio para arquitetar seu banco ou fintech, se atentando a algumas especificidades:

Modelo de negócio e estratégia

Como sabemos, um modelo de negócios descreve como uma organização cria, entrega e captura valor. Ele faz parte da estratégia de negócios e assegurará à empresa uma posição competitiva no mercado vigente. Assim como em outros nichos, é dada ao empreendedor do mercado financeiro esta missão de conhecer seu habitat e suas oportunidades, a fim de encontrar problemas (dores) a serem solucionados e criar produtos pelos quais os clientes estão dispostos a pagar para tê-los. Para lhe ajudar neste processo, confira aqui algumas ideias de como monetizar seu banco digital.

Tecnologia

É aqui que o Baas (Banking as a Service) participa do seu negócio. BaaS é como chamamos este conjunto de recursos que podem ser contratados para construir a tecnologia do seu banco digital. Você pode contratar produtos prontos e apenas colocar sua marca (white label) ou contratar serviços independentes, por meio de APIs BaaS (APIs financeiras), para integrar suas funcionalidades ao ecossistema financeiro do Brasil. Através do serviço de Core Bancário, você pode, inclusive, integrar diversos parceiros para criar o arranjo de tecnologias mais adequado para o seu empreendimento.

Regulamentação

Este é outro ponto bastante específico deste mercado que exigirá sua atenção. Dependendo de como você deseja atuar no mercado, deverá ter autorizações específicas do Bacen ou contratar parceiros devidamente regulamentados. Confira abaixo os tipos de instituições que fazem parte do sistema financeiro nacional.

Quanto custa para criar um banco digital?

No universo da tecnologia financeira, são praticados certos padrões de precificação para os produtos e serviços. Cada serviço terá suas particularidades de acordo com os recursos utilizados. Além disso, é possível haver orçamentos e propostas utilizando um ou mais modelos de precificação. Segue abaixo os mais comuns:

Setup

Trata-se de um valor cobrado para “colocar de pé”, montar ou configurar determinado conjunto de tecnologias para um cliente específico. Na criação de um banco digital, este valor fica em torno de 20 a 250 mil reais, dependendo das customizações.

Mensalidades

Mais convencional e bem conhecido, este modelo prevê a cobrança de um valor mensal por determinado serviço contratado. Novamente, no exemplo do banco digital, pense em um valor aproximado de 5 mil reais dependendo, novamente, do tipo de operação e dos serviços consumidos.

Pay per use

Do inglês, “pague pelo uso”. Neste modelo também bastante conhecido, você é cobrado proporcionalmente ao seu uso de determinado serviço.

Volumetria

Alguns preços sofrem flexibilização de acordo com cotas (faixas de valores), onde, por exemplo, o valor diminui com o aumento do volume contratado ou consumido. O oposto também é verdadeiro: começando do zero (sem clientes), algumas taxas de serviço tendem a ser maiores.

Desenvolvimento

Caso haja necessidade de customização de software ou integração com outros players, um orçamento específico é feito baseado em “hora/homem”, um termo frequentemente utilizado para fazer referência ao custo da hora dos desenvolvedores.

Equipe interna

Mão de obra relacionada a departamentos como comercial, atendimento, financeiro, jurídico, marketing, etc, podem ser mensurados considerando os salários base da região. Outra dinâmica bastante interessante a se considerar é o número de funcionários por cliente. Seria algo em torno de um funcionário para cada 500 clientes pessoa física e um para cada 200 clientes pessoa jurídica. Obviamente, isso depende muito do nicho, mas é como se um funcionário cuidasse de uma carteira específica de clientes.

Como podemos ver, para fornecer uma clara ideia do preço de determinado projeto no contexto financeiro, é necessário haver uma previsão mínima da operação. Quantas transações serão feitas no decorrer do mês e do ano, por exemplo. Quantos usuários ativos e qual a previsão de escalabilidade. São bem-vindos todos os detalhes que possam dar insumo a uma precificação mais precisa e justa.

Como monetizar seu banco digital?

Como mencionado anteriormente, cabe ao empreendedor e sua equipe explorar e conhecer o mercado de seu interesse para encontrar lacunas e oportunidades a fim de emplacar uma proposta única de valor, um benefício irresistível pelo qual seu cliente está disposto a “passar o cartão”. Abaixo, listamos alguns modelos populares com o objetivo de provocar uma reflexão exploratória.

  • Rebates: comissões sobre determinadas transações feitas pelo seu cliente.
  • Antecipação de recebíveis: um modelo pertinente para empresas que já possuem uma rede de terceirizados ou freelancers.
  • Carteira digital de saque para criptomoedas: inclusive com cartão bandeirado.
  • Ecossistema entre empresas parceiras: induzindo os consumidores e manter seu dinheiro em um circuito fechado de empresas graças ao benefícios oferecidos (cashback ou descontos);
  • Fidelização de clientes: quando composta por benefícios exclusivos, uma carteira digital (e-wallet) garante o retorno do seu cliente para efetuar novas compras em marketplaces, e-commerces e comércios físicos. Temos a Starbucks e sua carteira digital como um exemplo memorável.
  • Juros: sobre crédito, empréstimos e financiamentos.
  • Mensalidades e taxas: podem funcionar perfeitamente bem se sua conta digital oferecer benefícios equivalentes. Em um antigo contexto em que os bancos cobravam por transferência entre bancos (TED), os clientes não se importavam em pagar pelo saque em caixa automático (ATM) para obter transferência grátis entre bancos.

Muitas empresas, inclusive, já possuem um banco rentável e escalável em si. Ou seja, elas têm na sua operação em funcionamento diversas oportunidades de monetização. Confira aqui diversos sinais de um banco digital adormecido.

Quero criar meu banco ou fintech

Nós, da Atar B2B, estamos comprometidos com o seu negócio. Acompanhamos você em cada processo do seu projeto com uma assessoria próxima e um suporte prestativo.

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Nunca subestime um MVP

10 de junho de 2021 em Fintech, Mercado, Tecnologia

O MVP (Minimum Viable Product) é tido como um elemento-chave para qualquer negócio inovador, fundamental em qualquer startup. Mas, afinal, por que ele é tão importante? Ele merece todo esse glamour?

A verdade é que esta abordagem de criação de produto traz consigo estratégias muito valiosas para toda empresa que deseja construir um crescimento consistente. A seguir, confira porque este assunto merece tanto sua atenção.

O que é MVP

MVP significa Minimum Viable Product. Em português costumamos falar em produto viável mínimo ou menor produto viável. No meio empreendedor, principalmente no contexto de startups, um MVP é a versão mais simples de um produto que pode ser lançada com uma quantidade mínima de esforço e desenvolvimento.

Um MVP ajuda os empreendedores a testarem suas hipóteses com fontes seguras de feedback: o próprio mercado. Com ele, pode-se iniciar o processo de aprendizado da forma mais rápida possível, usando poucas horas de trabalho e poucos recursos.

Consiste em tirar o projeto do papel com pouco risco. Normalmente, é um produto com recursos e funcionalidades limitadas, porém já útil. 

Quando criar um MVP

Imagine criar um software completamente novo, do zero. Ou ainda, criar um recurso inovador com diversas funcionalidades exclusivas em um sistema já existente. Tal projeto passaria por diversas fases, envolvendo diversos profissionais e departamentos. Levaria meses ou anos para ser concluído. Certo? Logo, caso este sistema esteja em desacordo com as necessidades do mercado, toda esta empreitada terá sido em vão. Neste exemplo, pensamos em um aplicativo ou plataforma on-line, porém o conceito é aplicável a qualquer área da indústria.

Exemplo de evolução de produto sem uso de MVP.
Exemplo de evolução de produto sem uso de MVP.
Exemplo de evolução de produto com uso de MVP.
Exemplo de evolução de produto com uso de MVP.

Dentro do universo do Design Thinking, Metodologias Ágeis (Agile Software Development) e Lean Startup, parte-se da premissa de que todas nossas hipóteses são apenas hipóteses até serem testadas e validadas com métricas realistas e objetivas.

O MVP busca validar hipóteses, validar suposições. Existe real valor nas funcionalidades que estamos oferecendo? Minha solução tem usabilidade? Com base nos feedbacks e nas métricas utilizadas na avaliação do MVP, é possível tomar decisões mais assertivas, promovendo um progresso controlado baseado no princípio de construir, medir e aprender.

Ciclo do uso do MVP: construir, medir e aprender.

As frases “fail fast, learn faster” ou “fail fast, succeed faster” (falhe rápido, aprenda mais rápido e falhe rápido, tenha sucesso mais rápido, respectivamente) são frequentemente usadas para representar este modus operandi. Jamais em tributo ao fracasso, mas em apreço pelo aprendizado baseado em evidências.

Quando o produto já estiver maduro, com sua aderência comprovada, será muito mais fácil ganhar escala. Na verdade, será quase inevitável (se o MVP foi testado e metrificado corretamente).

É de grande importância ressaltar que este conceito não é apenas aplicável quando está-se pensando em criar um produto. Pode-se utilizar esta estratégia para testar campanhas promocionais, um novo site, um novo departamento ou uma nova abordagem a um problema. Comece com o mínimo, analise a resposta do público, aprenda e prossiga com mais propriedade.

Como criar um MVP

A ideia é perguntar-se quais características mínimas necessárias devem existir para verificar se determinado produto tem aderência no mercado, se ele é desejável e útil para quem realmente interessa: o usuário.

Neste processo, é importante se atentar a cultura e mentalidade vigente no ambiente. O objetivo não deve ser a entrega de um produto ou recurso. O objetivo é a entrega de valor. Assim como entregar mais com menos esforço, potencializar o trabalho colaborativo e construir o produto junto com o cliente. O foco está no feedback do mercado e na atualização do produto. 

Não vamos nos aprofundar nos conceitos trazidos pelas metodologias Lean Startup, mas podemos, resumidamente e a título de exemplo, estruturar as etapas de criação de um MVP na realidade de desenvolvimento de software da seguinte forma:

  • Alinhamento geral da equipe e definição do problema;
  • Elaborar suposições e hipóteses;
  • Definir o valor que você quer entregar;
  • Definir para quem você quer entregar o valor (persona e proto-persona);
  • Só então, definir funcionalidades;
  • Testar utilizando protótipos de baixa fidelidade (rabiscos) e depois de média e alta fidelidade (com aplicações específicas);
  • Desenvolvimento do produto.

É possível perceber como existe uma hierarquia nítida de processos que conduz a uma tomada de decisão baseada em premissas claras. Evita-se, aqui, decidir intuitivamente e investir esforços em uma funcionalidade não estudada e não testada – ela terá grandes chances de fracassar.

Erros mais comuns

Iniciar a operação com todos os processos automatizados é um erro frequente quando se pensa em MVP. No início de um projeto, você ainda não sabe quais funcionalidades vão permanecer no seu produto. Você deseja apenas testar sua tração no mercado. Logo, testar funcionalidades sustentadas por uma operação manual pode ser vantajoso. Dessa forma, você pode ir ao mercado já, agora. Caso a funcionalidade se mostrar relevante aos usuários, você dedica tempo na automação da mesma.

Pensar no produto antes do valor é um erro também recorrente. O produto deve ser uma consequência da identificação do problema (dor) e do levantamento e teste de hipóteses. Não podemos colocar a carroça na frente dos cavalos. O foco deve ser sempre a solução do problema e não a criação de um produto (que talvez ninguém use).

Métricas de vaidade e viés de confirmação são dois grandes vilões que podem sabotar seu produto. Não se deixe iludir por dados tendenciosos que comprovam apenas o que você deseja que seja verdade. Use métricas que permitam a você analisar o real valor do seu produto para o cliente usuário.

Crie seu produto financeiro

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